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TSE manda produtores de Roger Waters apresentarem defesa em ação de Bolsonaro

Ministro Jorge Mussi determinou que músico apresente sua defesa na ação movida contra ele, pela coligação de Jair Bolsonaro

Jorge Mussi, ministro do Superior Tribunal Eleitoral, determinou que a defesa do músico, ex integrante da banda Pink Floyd, Roger Waters, apresente sua defesa no caso que está respondendo no Brasil, depois que fez campanha difamatória contra o Presidente eleito no último domingo (28), Jair Bolsonaro do PSL.

Em seu primeiro show em São Paulo, Waters fez declarações acusações de “extrema gravidade” e demonstram “premeditação e o explícito propósito de denegrir” a imagem de Bolsonaro, com o intuito de  “causar nos telespectadores/fãs uma forma de repulsa”, sendo uma evidente “campanha negativa” que não condiz com a realidade. Ainda, dizem que “os ataques possuem grande semelhança conceitual com a propaganda produzida pelo PT”.

Ele também exibiu no telão do palco a hashtag criada por artistas de esquerda, “#ELE NÃO”, que se tornou “instrumento de campanha negativa contra o candidato Jair Bolsonaro”.

A ação pede a inelegibilidade de Fernando Haddad do PT, e de Manuela D’Ávila do PCdoB, porque depois do show, o então Ministro da Cultura, afirmou em seu Twitter que Waters teria recebido a quantia de R$ 90 milhões de reais, para fazer “campanha disfarçada”, contra Bolsonaro.

“Roger Waters recebeu cerca de R$ 90 milhões para fazer campanha eleitoral disfarçada de show ao longo do 2º turno. Na Folha, chamou Bolsonaro de “insano” e “corrupto”. Sem provas, claro. Disse aos fãs que não voltará ao Brasil caso ele ganhe. Isso sim é caixa 2 e campanha ilegal!” declarou o ministro Sá Leitão.

A campanha de Bolsonaro argumenta que as afirmações de Waters não foram “mera manifestação crítica e espontânea”. “Não se tratou apenas de manifestação oral de opinião, mas, sim, de uma ação totalmente arquitetada e premeditada”, diz a ação. “As imagens nas quais o candidato Jair Bolsonaro é comparado com um dos grandes ditadores do mundo são de extrema gravidade e demonstram a premeditação e o explícito propósito de denegrir sua imagem e causar nos telespectadores/fãs uma forma de repulsa, pela evidente campanha negativa, o que não condiz com a realidade”, diz ainda a coligação.

“realizar uma turnê milionária de shows de um artista respeitado e reconhecido como Roger Waters, dar-lhe ampla guarida para showmícios em desfavor da campanha de Bolsonaro, e fazê-lo em pleno período eleitoral, com especial ênfase no 2º turno, é abuso do poder econômico e desvio de recursos não declarados para campanha eleitoral, portanto, caixa 2”. alegam os advogados do Presidente Bolsonaro

 


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