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TSE prossegue ação do PT contra Bolsonaro, mas nega busca e apreensão em empresas

Ministro Jorge Mussi decidiu pelo prosseguimento do processo, porém diz que não haverá busca e apreensão nas empresas acusadas pela Folha

O jornal Folha de São Paulo, publicou na última quinta-feira (18), uma matéria acusando o candidato à Presidência da República pelo PSL Jair Bolsonaro de ter recebido ajuda de empresários que supostamente teriam comprado pacotes de envio de mensagens em massa através da rede social WhatsApp, na intenção de denegrir a imagem do candidato petista Fernando Haddad.

Então a coligação do petista entrou com pedido no TSE de impugnação na campanha de Bolsonaro, alegando caixa 2 no valor de R$ 12 milhões para a compra das tais mensagens.

Hoje por decisão do ministro Jorge Mussi, a investigação foi aberta, mas o ministro já rejeitou todos os pedidos de quebra de sigilo dos citados na reportagem, e até o presente momento qualquer prova da veracidade da acusação foi apresentada, nem pela Folha e nem pela coligação petista.

De acordo com o ministro, toda a denuncia consiste apenas em uma publicação jornalistica que não apresenta qualquer prova ou materialidade.

O TSE também negou o pedido do PT de suspender as mensagens de WhatsApp que falassem mal de Haddad.

“O TSE tem se orientado, quanto ao tema, no sentido de prestigiar a liberdade de manifestação do pensamento, de expressão e de informação”, argumentou na decisão.

Ao que tudo indica seria apenas uma tentativa de criar uma dúvida no eleitor na fase derradeira do pleito.

O candidato Bolsonaro se diz tranquilo com relação as acusações e que sua campanha tem sido feita de forma orgânica, espontânea e voluntaria por seus eleitores.

“Eu não tenho controle se tem empresário simpático a mim fazendo isso. Eu sei que fere a legislação. Mas eu não tenho controle, não tenho como saber e tomar providência. Pode ser gente até ligada à esquerda que diz que está comigo para tentar complicar a minha vida me denunciando por abuso de poder econômico.” disse Bolsonaro

Gustavo Bebianno, presidente do PSL, partido de Bolsonaro, classificou a história como “ridícula”.

“Não faz parte de nossa política. Nunca fizemos qualquer tipo de impulsionamento. Nossa campanha é orgânica. Voluntários do Brasil inteiro”.

 

 


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