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Campanha de Haddad usou falsa agressão para atacar Bolsonaro

Mesmo depois de apresentar laudo que comprova que mulher teria se autoflagelado, e ela ser indiciada por falsa comunicação de crime, a campanha do petista usou o fato contra o candidato Bolsonaro no seu programa eleitoral

Na última quarta-feira pela manhã, a polícia de Porto Alegre no Rio Grande do Sul, indiciou por falsa comunicação de crime a jovem de 19 anos que procurou a polícia dizendo que havia sido atacada por apoiadores de Bolsonaro que a marcaram com uma suástica.

Entretanto, após exames periciais a polícia gaúcha concluiu que a jovem se autoflagelou. De acordo com peritos, as marcas são retilíneas e superficiais, em local de fácil acesso a moça.

O delegado responsável pelo caso, disse que foram analisadas imagens de 12 câmeras de segurança no local onde ela afirmou ter sido atacada por três homens quando descia de um ônibus, porém ela não aparece em nenhuma imagem no local na data e hora comunicada.

De acordo com a polícia, também foram ouvidas 20 pessoas, entre moradores, porteiros, comerciantes que moram no local e ninguém viu ou ouviu qualquer tipo de ataque no dia.

Então a polícia concluiu que ela criou a história e agora responderá na justiça, já que comunicar um crime que não existiu, configura crime de acordo com nosso código penal.

Mesmo com a apresentação de todas as provas pela polícia, a campanha de Fernando Haddad continuou usando a história da moça em sua propaganda eleitoral no rádio horas depois.

A notícia da falsa comunicação desse crime teve enorme repercussão na internet e na mídia e foi veiculada incansavelmente, tornando impossível que o PT não soubesse do fato.

 

 

 


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